A Química do Agronegócio

O valor bruto do agronegócio brasileiro, segundo estimativas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), deve atingir R$ 554,2 bilhões em 2017, valor 2,3% superior ao de 2016 (R$ 541,7 bilhões). É uma cifra impressionante. E esse é mais um campo em que a Química dá uma força para os produtores. Fertilizantes são usados para aumentar ou recuperar a produtividade da terra, estimulando o crescimento das plantas. Sementes são tratadas com fungicidas e inseticidas. Defensivos são utilizados para combater pragas. Vacinas combatem doenças e vitaminas melhoram as rações para os animais.
As plantas necessitam de diversos elementos químicos, como carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo, enxofre, cálcio, magnésio e potássio (macronutrientes), bem como de boro, cobalto, cobre, ferro, manganês, molibdênio e zinco (micronutrientes).
Alguns desses elementos estão fartamente disponíveis no meio ambiente, mas há outros, como o nitrogênio, que precisam ser adicionados às plantações para aumentar a produtividade e garantir uma boa safra.
Mas a Química não está presente no campo apenas para fornecer fertilizantes ou defensivos. Ela também fornece plásticos que são utilizados para proteger a lavoura e a colheita, para construir silos que armazenam água ou geram energia, como os biodigestores, e para a produção de embalagens que levam os alimentos colhidos no campo para as cidades ou outros países.
Sem os produtos químicos, o agronegócio não produziria as toneladas e toneladas de produtos que alimentam a humanidade.

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