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A Química

A Química e a Copa do Mundo de Futebol




A emoção está no ar. Ou melhor, no campo. Assim que começar a Copa do Mundo de Futebol, milhões de pessoas em todo o mundo estarão acompanhando as partidas, torcendo por suas seleções e prontos para soltar o grito de “Gooool”. Futebol é assim mesmo, mexe com todos, inclusive com a Química. Em qualquer partida, uma verdadeira equipe de produtos químicos marca presença nos estádios. A começar pela peça fundamental a qualquer disputa: a bola de futebol.

 A Telstar, nome oficial da bola que estará nos gramados da Rússia e que homenageia a “pelota” usada na Copa de 1970, é feita com materiais sintéticos, como o poliuretano e a EPDM, sigla para borracha de monômero de etileno-propileno-terpolímero. Com um detalhe: a EPDM utilizada na produção da Telstar é fabricada por uma empresa brasileira com eteno extraído da cana-de-açúcar. Hoje, a bola de futebol é um produto de alto nível tecnológico, capaz de suportar inúmeros chutes sem se deformar e que não absorve água, mesmo embaixo de pesadas chuvas.

 Mas não é apenas na bola que a Química se faz presente. Apesar de alguns nomes bem complicados que, caso fosse necessário serem pronunciados, levariam locutores ao desespero, sem a equipe de produtos químicos dificilmente haveria espetáculo. Repare no gramado. Lá podem estar os fertilizantes NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) para manter verde e firme o “tapete em que rola a pelota”. O PVC pode ser encontrado nas bandeiras agitadas pelos torcedores e no sistema para drenar o campo. Até mesmo na cobertura das cadeiras dos estádios, a Química se faz presente, com o policarbonato ou, simplesmente, PC.

 A equipe química não para por aí. Para os pés dos jogadores, estão escalados o ABS ou o polipropileno, utilizados na fabricação das travas das chuteiras, além de resinas de poliuretano, elastômeros e adesivos especiais, tudo para garantir dribles e passes que encantem (ou desencantem) a torcida. Os uniformes têm a participação das microfibras de poliéster, mais leves e confortáveis, além de serem mais resistentes a puxões (atenção para o cartão amarelo!). E, para segurar a bola, evitar dúvidas e liberar o grito de gol, lá está a rede de náilon, cobrindo o que os locutores de rádio costumavam definir como “a cidadela”.

A Química, é claro, também está na torcida, pintando rostos com tintas especiais, fazendo barulho com cornetas de polietileno e tambores que utilizam filmes de poliéster ou náilon. A Química, pelo que você já percebeu, não perde nenhuma partida de futebol. Está sempre lá.

Sinproquim
Sindicato das Indústrias de Produtos Químicos
para Fins Industriais e da Petroquímica no
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